A proporção de mulheres que aderem ao sobrenome do marido caiu 18,2% desde 2016 em São Carlos, mostra levantamento da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP).Passados 20 anos desde o lançamento do Código Civil de 2002, quando homens e mulheres tiveram igualados os direitos de adoção (ou não) do sobrenome, é cada vez maior o contingente de cônjuges que mantêm o sobrenome de suas famílias.
Segundo a Arpen-SP, em 2016 a proporção de mulheres que adotavam o sobrenome do marido ao seu nome era de 73,6%, percentual que sofreu consecutivas baixas anuais até chegar a 67,2% em 2020 e aos atuais 60,2% no primeiro semestre deste ano. Os dados se referem exclusivamente aos casamentos heteroafetivos.
Por outro lado, houve escalada dentre os casais que não tiveram mudanças na assinatura, de 21,6% em 2016 para 28,5% em 2020 e 36,1% em 2022.
Já entre os homens que adotam o sobrenome da esposa segue em patamares baixos. No início da série histórica informada pelo Arpen-SP, em 2016, 0,47% dos homens mudaram a assinatura, proporção que passou para 0,50% neste ano. Em 2021, todavia, houve um "pico" de 1,14% das situações relatadas.
Os dados de São Carlos seguem a trajetória dos números estaduais do registro civil
Por outro lado, houve escalada dentre os casais que não tiveram mudanças na assinatura, de 21,6% em 2016 para 28,5% em 2020 e 36,1% em 2022.
Já entre os homens que adotam o sobrenome da esposa segue em patamares baixos. No início da série histórica informada pelo Arpen-SP, em 2016, 0,47% dos homens mudaram a assinatura, proporção que passou para 0,50% neste ano. Em 2021, todavia, houve um "pico" de 1,14% das situações relatadas.
Os dados de São Carlos seguem a trajetória dos números estaduais do registro civil

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